Na passada sexta-feira, realizou-se no Porto, no salão nobre da Junta de Freguesia do Bonfim, a apresentação da tradução portuguesa de “O Capital – Livro Segundo”.
A iniciativa, promovida pela Direcção Regional do Porto, dirigida por Valdemar Madureira, membro daquela organização, contou com a participação de Francisco Melo, em representação da Editorial Avante, António Avelãs Nunes, professor catedrático da Faculdade de Direito e vice-reitor da Universidade de Coimbra e José Barata Moura, filósofo e professor universitário da Universidade de Lisboa.
O financiamento das três operadoras de comunicações aos programas e-Escolas e e-Escolinhas decorre, como se sabe, das contrapartidas negociadas para as licenças de comunicação móvel de terceira geração. Recentemente, começou a ser levantada alguma da opacidade em torno desta operação, quando se percebeu que a FCM - Fundação para as Comunicações Móveis, (constituída pela TMN, pela Vodafone e pela Sonaecom), recebera da ANACOM 36,5 milhões de euros, verba superior à que as três operadoras tinham entregue, (25 milhões de euros), e que supostamente terá saldado as obrigações decorrentes do licenciamento das comunicações móveis de terceira geração.
Desemprego Galopante
Governo PS em demagogia crescente
A indústria do mobiliário, com grande influência no tecido empresarial do distrito, particularmente em alguns dos seus Concelhos, vive uma crise que se acentua há medida que o tempo passa.
Trata-se de uma crise de há muitos anos, que a crise internacional não provocou, mas agravou.
As políticas económicas adoptadas, assim como a estrutura do seu tecido empresarial, levaram, a que só nos anos de 2004 a 2006, o número de empresas das “indústrias da madeira, da cortiça e suas obras”, designação do INE, tivessem tido nos concelhos de Paços de Ferreira e Paredes, onde é maior a incidência das primeiras, uma redução de 21% quando a nível do país a redução foi de 13%. E ninguém admitirá que esse declínio não tenha continuado, mesmo agravado, nos anos seguintes.
Combater a crise: com mais emprego, mais produção nacional, mais justiça social e melhores salários
A actual crise internacional, com impacto também no nosso país, tem assumido as culpas pela perda de aparelho produtivo nacional, pelo aumento do desemprego e pela degradação das condições de vida. Os principais culpados pela actual situação são os 32 anos de política de direita que conduziram o país a este ponto.