A recente decisão de retirar as estruturas de cobertura, em paragens de autocarro, no concelho de Valongo, sem uma substituição imediata e com remendos pouco dignificantes para com a população do concelho, representa um ataque direto aos direitos dos cidadãos, enquanto equipamentos de salvaguarda e defesa de proteção dos utilizadores de transportes públicos.
A CDU já tomou posição na Assembleia Municipal, através da sua eleita Sónia Sousa, assim como publicamente o fez a Comissão Concelhia de Valongo do PCP, na consideração de que a mobilidade não é um negócio, é sim, um direito que exige investimento público, planeamento e respeito pelos utentes.
Depois da denúncia pela CDU, a situação não só se manteve como se agravou continuamente. De forma a camuflar a situação, a Câmara Municipal, recorreu a placas de fibra, dando apenas a ideia de alguma proteção para com os utentes, enquanto procede à eliminação física das estruturas nas paragens. Em vários casos, para lá das estruturas serem removidas prosseguem os remendos nos passeios, com indícios de que não serão repostas futuramente.
A CDU denuncia que, a não existência de tais estruturas vai obrigar a que os utentes dos transportes públicos no concelho de Valongo, sejam obrigados no futuro, a esperar à chuva, ao vento ou ao sol, com todos os incómodos causados pela inércia da CM de Valongo.
A luta por um transporte público e de qualidade, assim como o respeito pelo bem estar dos seus cidadãos passa também pela dignidade de quem espera.
Partilha, divulga!


A mais recente decisão unânime da Câmara Municipal de Valongo de resgatar a concessão do estacionamento pago à empresa privada Parques VE vem dar razão à CDU, que desde sempre foi contra qualquer privatização de serviços públicos.
Realizou-se no passado dia 10 de Novembro, na Junta de Freguesia de Valongo, a 10ª Assembleia da Organização Concelhia de Valongo do PCP. Este foi um momento alto da vida da Organização do PCP em Valongo, em que fez uma avaliação da situação política, social e económica do concelho, mas também um balanço da actividade da organização, definindo orientações para a intervenção futura. Elegeu, também, a nova Comissão Concelhia.
A primeira versão da última proposta de Revisão Orçamental de 2017 teve, como na altura foi conhecido, o voto contra da CDU.


