Os últimos meses têm evidenciado a importância do SNS e dos seus profissionais, sem os quais o País não teria sido capaz de enfrentar o surto epidémico como o tem feito desde Março. Não fosse o SNS e a situação teria sido muito grave!
Mas os últimos meses evidenciaram igualmente os problemas de fundo do SNS que reclamam medidas estruturais, muito para lá do que o governo PS tem estado disponível para fazer. A importante resposta à Covid-19 não pode ser feita em prejuízo da resposta geral do SNS, nomeadamente dos cuidados de saúde primários, do acompanhamento de doentes crónicos, da prevenção ou das cirurgias programadas.


Ao longo dos últimos anos, a DORP do PCP tem alertado para a necessidade de uma resposta estruturada e consistente para a resolução da situação do transporte público rodoviário na Área Metropolitana do Porto, apontando como caminho a consolidação e alargamento à totalidade da rede do papel da STCP nos seis concelhos onde opera actualmente (Porto, Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Valongo) e perspectiva que para futuro se defina um calendário de alargamento, faseado, aos restantes concelhos onde a STCP passará a assumir a operação, substituindo os privados à medida que tenha condições para assegurar o serviço com qualidade.
No passado dia 21 de fevereiro, o governo, por intermédio do Ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, a Área Metropolitana do Porto e os Municípios de Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia e Trofa subscreveram o protocolo para consolidação da expansão da rede de metro no Grande Porto e metro bus.


