A DORP do PCP foi hoje recebida, a seu pedido, pelo Conselho Metropolitano do Porto para abordar questões relacionadas com a mobilidade e os transportes tendo em conta o processo em curso motivado pelo Regime Jurídico de Transportes Públicos.
Na reunião, em que participaram Jaime Toga, responsável da DORP, e Diana Couto e Paulo Tavares, do Executivo da DORP, foi vincada a opinião do PCP sobre a necessidade de uma profunda discussão, capaz de conduzir às decisões que mais interessam às populações e ao serviço público, que serão certamente convergentes com as soluções que mais interessam à AMP e ao País.


Face aos desenvolvimentos em torno do “Passe Único” na Área Metropolitana do Porto (AMP), a DORP do PCP entende tornar público que:
A introdução de portagens nas ex-SCUT, em 2010, designadamente nas do Norte Litoral, A 28, Grande Porto, A 41 e Costa da Prata, A29, constituiu um rude golpe no tecido económico e agravou as já difíceis condições de vida de todos aqueles que, sem alternativas, circulam nestas vias estruturantes.


