Coligação Rui Moreira/CDS/PS deve assumir todas as suas responsabilidades e empenhar-se construtivamente em encontrar soluções Em 19 de Outubro de 2014, a CDU – Coligação Democrática Unitária promoveu uma conferência de imprensa de “Balanço do primeiro ano de mandato das Juntas e Assembleias de Freguesia da cidade do Porto”. No documento que serviu de suporte a esse balanço, expressava-se: “(…) merece particular destaque a situação que se vive na União das Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, S. Nicolau e Vitória, cujo Presidente tem uma prática que poderá, mais cedo ou mais tarde, vir a ter consequências legais.
No dia 28 de Março foi reaberto o Centro de Trabalho de Lindo Vale do PCP, na freguesia de Paranhos, após um período de encerramento devido à necessidade de realização de obras estruturais de requalificação do edifício. As obras realizadas implicaram a substituição integral da cobertura do edifício e a intervenção nas paredes e pavimentos, tendo sido possíveis devido ao trabalho e empenho de muitos camaradas e amigos do PCP. A reabertura deste centro de trabalho vem agora dotar a organização do PCP de melhores condições de trabalho para desenvolver a actividade do PCP junto da população e dos trabalhadores de Paranhos e do Porto.
Em 2008, a coligação municipal PSD/CDS aprovou por 8 anos a privatização dos serviços de limpeza urbana e recolha do lixo para uma área correspondente a 50% da cidade do Porto. Os argumentos então avançados prendiam-se sobretudo com a “poupança de verbas” e com a “excelência da qualidade” dos serviços que as empresas privadas iriam alegadamente prestar. Na proposta aprovada então com os votos favoráveis da coligação PSD/CDS e do PS afirmava-se que “quando esteja firmemente convicta de que este serviço (recolha de resíduos sólidos e limpeza urbana) terá uma gestão mais eficiente e com menos custos e mais qualidade, a Câmara Municipal deve mesmo optar pela sua concessão a uma entidade privada. Ora, no caso particular dos serviços de recolha de resíduos e limpeza urbana, a experiência de concessão levada a cabo nos últimos seis anos comprovou que a gestão privada deste serviço, com uma rigorosa fiscalização do poder público, tem excelentes resultados práticos.”. São afirmações e compromissos bastante taxativos!
A coligação Rui Moreira/CDS/PS confirmou a entrada de um novo grupo económico no fundo imobiliário do Aleixo, a empresa Mota-Engil, tendo sido remetida para as próximas semanas a divulgação de aspectos essenciais do negócio. Perante este desenvolvimento negativo, a CDU – Coligação Democrática Unitária, sem prejuízo de reservar uma posição mais aturada para quando forem conhecidos os termos do negócio agora anunciado, torna desde já públicas as seguintes considerações: - A operação imobiliária em torno do Bairro do Aleixo iniciada pela anterior coligação municipal PSD/CDS, com o acordo do PS, constitui uma decisão anti-social e que comprometeu o município do Porto numa negociata com parceiros envolvidos em sérios processos criminais e com resultados financeiros desastrosos.