Uma delegação da DORP do PCP esteve com trabalhadores da Cerealis que ao longo de dois dias de greve (22 e 24 de Novembro) se concentraram à porta da fábrica da Maia do grupo de produção de massas e cereais.
A greve, que, segundo o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação e Bebidas (STIANOR) atingiu os 80% de adesão no 1º e 2º turnos de trabalho da empresa, é motivada pela exigência de contratação colectiva e de um novo contrato colectivo de trabalho que dê expressão, entre outras matérias, a aumentos salariais justos, à actualização dos montantes dos subsídios de turno e de laboração contínua, à classificação profissional adequada dos trabalhadores e à criação de diuturnidades com vista a premiar a antiguidade dos trabalhadores.
Ficou expressa a solidariedade do PCP, o compromisso com o acompanhamento da situação, e a disponibilidade para qualquer intervenção que contribua para o êxito da luta.


Os trabalhadores do sector social concentraram-se esta manhã, no Porto, junto à sede da CNIS (Confederação Nacional das instituições de Solidariedade) reclamando aumentos de salários e a negociação de todos os contratos colectivos de trabalho, com a garantia de direitos para todos os trabalhadores do sector social.
São centenas de trabalhadores, altamente qualificados que, sem que nada o fizesse prever, são atirados para o desemprego por uma empresa multinacional, deixando um rasto social profundamente negativo, que o PCP não pode deixar de condenar, para além de expressar a sua solidariedade com os trabalhadores atingidos.



