Face ao anúncio da deslocação das instalações do INFARMED para o Porto, o PCP
considera que:
1. Não estando em causa a escolha de diferentes cidades para a localização de entidades e organismos públicos, esta medida não representa, por si só, um processo de descentralização.
2. A necessária descentralização do País não se faz com medidas avulsas, faz-se com uma inversão de políticas que garanta o necessário apoio e promoção da produção nacional, com a reabertura de serviços públicos encerrados, com a reposição de freguesias, com a concretização da regionalização. Aproveitar as potencialidades do Porto faz-se garantindo o investimento público necessário, revogando as portagens nas ex-SCUT, promovendo o emprego de qualidade.


Realizou-se no dia 17 no CT da Boavista, a pedido do PCP, uma reunião com uma delegação das ORTs da Efacec, com o objectivo de aprofundar o conhecimento da situação social na empresa.
Já em Julho de 2016 o governo havia sido questionado sobre este assunto, mas face à persistência dos problemas sentidos pelos trabalhadores da Soares da Costa o PCP apresentou na Assembleia da República uma pergunta dirigida ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
Os trabalhadores da PT/Meo realizaram hoje mais uma acção de luta.


