Foi hoje inaugurada a exposição evocativa do centenário do PCP, na Biblioteca Municipal de Paredes. Na sessão de abertura, Rui Braga, do Secretariado do Comité Central, salientou traços marcantes dos 100 anos de história do PCP e destacou a actualidade do projecto e da luta dos comunistas portugueses.
Triplex - Palacete Viscondes de Balsemão (Porto) Terça a Sexta: 10h - 17h30 Sábado e Domingo: 10h - 12h30
O Partido Comunista Português, fundando a 6 de Março de 1921, tem um vasto património de intervenção na sociedade portuguesa. Nasceu ainda na primeira República, combateu o fascismo durante 48 anos, interveio activamente durante e depois do 25 de Abril.
Numa parceria entre a Direção da Organização Regional do Porto (DORP) do PCP e o Museu da Cidade apresentamos a exposição que assinalará os 100 anos do partido, com um conteúdo que fará a ligação da história mais geral com a história na região, na qual serão disponibilizados documentos inéditos do Arquivo da DORP do PCP.
A exposição estará patente no Triplex - Palacete Viscondes de Balsemão, entre 8 de Abril e 15 de Maio, de Terça a Sexta (10h-17h30), Sábado e Domingo (10h-12h30), sendo cumpridas as regras em vigor.
No âmbito das comemorações do centenário do PCP, realizou-se hoje, dia 30 de Março, pelas 18horas, no Centro de Trabalho da Boavista, uma sessão sobre "O PCP e o 25 de Abril", que contou com a presença e intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP. Usaram ainda da palavra Ilda Figueiredo, Membro do Comité Central do PCP, Jaime Toga, Membro da Comissão Política do Comité Central do PCP, Madalena Castro, Membro da Comissão Regional do Porto da JCP e Manuel Loff, Historiador e Docente do Ensino Superior.
O Centenário do PCP é assinalado também no distrito do Porto com mais de uma centena de iniciativas ao longo desta semana evocando a sua história heróica de 100 anos de luta e afirmando hoje o seu projecto de futuro.
Face à situação actual, marcada por graves problemas económicos e sociais e de saúde pública, em que a epidemia além dos seus efeitos directos é aproveitada para promover retrocessos, para pôr em causa direitos políticos, económicos, sociais e culturais, afectando profundamente as condições de vida, o PCP não se cala, fará ouvir a sua voz, fará do seu centenário uma jornada de luta, sobre os problemas com que os trabalhadores, o povo e o País se confrontam, de mobilização e exigência para a sua resolução, de defesa e afirmação do seu ideal e do seu projecto libertador.